sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Duas sugestões...

Vimos, amamos e recomendamos aos amigos!
Thiago Franklin, Gladston Lage, Guilherme Barros e Haroldo Dutra Dias, batem um papo divertido e agradável sobre o livro "A Caminho da Luz": http://www.portalser.org/podser/podser-12-a-caminho-da-luz/
Vídeo: documentário "Construindo o Planeta Terra" (1a parte, as demais estão disponíveis no mesmo site):

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Em breve novidades!... "estamos inexoravelmente a caminho da luz"!

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Ismael


Abraão – que a essa altura teve seu nome mudado pelo YHVH, com o acréscimo de um “a”, passando a significar “pai de muitas nações” – teve, de fato, dois filhos: o primeiro, Ismael, resultou de sua união com a escrava de sua esposa Sara, chamada Agar. Sara lhe deu a escrava para que esta lhe desse um filho, já que não conseguia faze-lo por si mesma, numa atitude comum e aceitável à época.
O outro filho, filho de Sara, era Isaque. Seu nome representa a alegria que seu nascimento proporcionou (Yitzhak vem do hebraico יצחק, que significa literalmente "ele vai rir"). Após seu nascimento, Abraão envia Ismael para o sul junto com a mãe – em atenção a um pedido de Sara, que vinha sendo ultrajada por Agar – e o Gênesis passa a se concentrar em Isaque, já que esse herdará a promessa do YHVH.
O interessante é que Ismael é considerado pelos povos árabes como seu ancestral. Como disseram as meninas, durante o estudo: “os filhos de Abraão tinham vocação mesmo pra patriarca”!
Bacana também observar que esses dois povos, que se digladiariam tanto ao longo da historia, tem uma origem – se não material, ao menos mitológica – comum: todos eles se consideram descendência de Abraão...

Acima, um quadro de Claude Lorrain, de 1668, onde um anjo do YHVH auxilia Hagar e Ismael no deserto.

Abraços!

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Abraão e Isaque


Um dos episódios que nos moveu mais particularmente foi o conhecido sacrifício que o YHVH pediu a Abraão:

Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriah, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas que te direi.” (Gênesis 22: 2)

Lembramos que, segundo “O Livro dos Espíritos” (pergunta 775), o relaxamento dos laços de família na sociedade levaria a uma "recrudescência do egoísmo", por isso mesmo que nosso amor próprio naturalmente se expande para os filhos (“sangue de nosso sangue”) e demais familiares, num primeiro ensaio para o chamado “amor universal”.
Em Abraão, esse amor corporificado na alegria do cumprimento da promessa - em Isaque - precisou de uma fidelidade tal àquela aliança com o YHVH que seria capaz até mesmo de sacrificar a própria promessa – e, com isso, abrir mão de si mesmo, do que dava sentido à sua vida.
Se você quer saber o que acontece com Abraão e Isaque, leia o capitulo 22 de Gênesis!!!
Acima, uma imagem em que o pintor holandês Rembrandt retrata a cena do sacrifício de Isaque.
Abraços!

O deus de Abrão


O capítulo VII do “A Caminho da Luz” nos trouxe a oportunidade de aprofundarmos nossas reflexões sobre os hebreus.
Inicialmente tentamos fazer um resumo de referências históricas, com base sobretudo na tradição do Antigo Testamento, observando os relatos de Gênesis sobre Abraão, Isaque e Jacó, considerados os patriarcas do povo hebreu.
Segundo Emmanuel, “Israel (...), antecipando-se às conquistas dos outros povos, ensinou de todos os tempos a fraternidade, a par de uma fé soberana e imorredoura”. Aparentemente, os personagens supracitados constituiriam arquétipos, incorporando os valores mais fundamentais para o povo hebreu.

Abrão era um homem de posses que residia numa grande cidade da Mesopotâmia, aparentemente Ur, e cuja família, como todas as outras, possuía seus deuses familiares. O deus da família de Abrão é exatamente aquele espírito que é chamado em todo o Velho Testamento de YHVH - e traduzido ora como Jeová, ora como Javé, etc. (na maioria das bíblias encontramos o nome YHVH substituído por Senhor, Senhor Deus, Senhor Jeová, ou os nomes já mencionados. Maiores informações serão encontradas no Vol. 1 da obra "Sabedoria do Evangelho", de Carlos Torres Pastorino)


"Ora, o YHVH disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engranderecei o teu nome, e tu serás uma bênção." (Gênesis 12:1-2)


A partida de Abrão de Ur marca o início da epopéia do povo hebreu. Lembremos que Abrão teve dois filhos, Ismael e Isaque; ora, Ismael era filho de uma escrava, e portanto considerado ilegítimo. Isaque teve dois filhos, Jacó e Esaú. Este último cedeu seu direito de primogenitura a Jacó, que se tornou o patriarca dos hebreus e teve doze filhos, que deram origem às doze tribos de Israel. Eita, resumão!!!
Toda essa história é narrada no livro de Genesis, que está no Velho Testamento, do capítulo 12 ao 50.
Acima você vê uma foto do Ziguratt de Ur, cidade onde possivelmente Abrão residiu antes do início de sua jornada.
Abraços!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Novas informações sobre fenômenos geológicos no Mediterrâneo.




Na antiguidade, os gregos usavam o vulcão Stromboli como farol para a navegação. A formação rochosa tem 20 km² e altitude de 500m. Ali, as primeiras erupções datam do século V a.C, e as últimas, de abril e maio deste ano. O vulcanismo na região é decorrente do choque de duas placas tectônicas, que se aproximaram a ponto de colidirem no sentido de fecharem o oceano, enquanto a tendência do Atlântico, por exemplo, é de “abrir” ainda mais.


O derramamento mais conhecido foi o que destruiu a cidade de Pompéia, em 79 a. C. Em geral, a lava desce em baixa velocidades, mas a poeira, a fumaça e os gases expelidos pelo Vesúvio cobriram a cidade em pouco tempo e os habitantes tiveram dificuldades para fugir. Quatro dias depois, o saldo da destruição foi total. Até hoje a preservação de cadáveres petrificados, expõem o desespero dos moradores na hora do acidente, que cobriu com cerca de 6 metros de material vulcânico diversas regiões da cidade.


Também coloquei algumas imagens interessantes sobre placas tectônicas e sobre a cidade de Pompéia em ruínas.
Espero ter contribuído!

domingo, 23 de março de 2008

Fenômenos Geológicos no Mar Mediterrâneo


Ficamos de ajudar a Débora com a pesquisa sobre os fenômenos geológicos no mar mediterrâneo que contribuiram na concentração de imigrações e consequente formação do povo etrusco. Por causa da minha teimosia com o tsunami dei uma pesquisada na internet e econtrei alguns artigos sobre um tsunami ocorrido na região por volta de 1600 a.C.
Olhem só:

"História
Embora os tsunamis ocorram mais freqüentemente no
Oceano Pacífico, podem ocorrer em qualquer lugar. Existem muitas descrições antigas de ondas repentinas e catastróficas, particularmente em torno no Mar Mediterrâneo. Os milhares de portugueses que sobreviveram ao grande terremoto de Lisboa de 1755 foram mortos por um tsunami que se seguiu poucos minutos depois. Antes da grande onda atingir, as águas do porto retrocederam, revelando carregamentos perdidos e naufrágios abandonados. No Atlântico Norte, o Storegga Slide tem a maior incidência.

Santorini
Estima-se que terá sido entre
1650 e 1600 a.C. que ocorreu uma violenta erupção vulcânica na ilha grega de Santorini. Este fenómeno devastador levou à formação de um tsunami cuja altura máxima terá oscilado entre os 100 e os 150 metros. Como resultado deste tsunami, a costa norte da ilha de Creta foi devastada até 70km da mesma. Esta onda terá certamente eliminado a grande maioria da população minóica que habitava ao longo da zona norte da ilha"

Encontrei em http://pt.wikipedia.org/wiki/Tsunami
Não sei se a data coincide com as pesquisas da Natália, mas acho que dá pra por lenha na fogueira.


Abraços